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Roney Giah
Mais dias na terra
independente
2006

O CD Mais dias na Terra, gravado nos estúdios Bebop, Groove e Paarmann, o CD traz músicas e letras inéditas, assinadas pelo artista – um trabalho inovador, que in­tegra de forma única sons e ritmos de diferentes raízes musicais, tendo como resultado um som brasileiro de cunho universal.
Nessa receita única de notas e letras, Roney chega a uma música nova, de impacto. Uma fusão de ritmos que normalmente não são tocados simultaneamente. Guitarras e violões de nylon, percussões vocais com naipe de metais, coral gospel com zabumba e outras fusões dão ao CD uma profunda miscigenação, envolvida em uma aura brasi­leira. “Mais dias na Terra nasce da minha própria experiência de vida e de carreira. É fruto de influências que tive nos Estados Unidos, por exemplo, com músicos como Joe Zawinul e Dave Matthew; dos meus estudos de Mozart, Bach ao canto negro de Marvin Gaye e Aretha Franklin, da curtição em família de Cartola e Pixinguinha, de pesquisas de longa gestação, do meu amor por Jimi Hendrix, Tom Jobim, Chico Buarque e Caetano Veloso. Por isso digo que é universal, sem fronteiras – são paixões por diversos estilos que incorporei e que dão vida ao meu trabalho atual”, afirma Roney.
As letras, ora divertidas e leves, ora enérgicas e impulsivas, falam do social, da diversi­dade de sentimentos que povoam a alma humana, de polêmicas, problemas e delícias brasileiras e mundiais, desatando uma “Terra sem paredes”. “Não trate igualdade como unicidade, possamos celebrar com todas as verdades...”, diz um trecho da faixa As flo­res de Oswald. “Aconteceu que o Zeppelin mudou pra cá e o Jagger resolveu ter filho brasileiro lá; e o Simon emprestou o Olodum pro Michael ter; Carlinhos namorou no filme que levei você...”, diz um trecho da faixa Um Zeppelin.
Com Mais dias na Terra, Roney amplia a linha instrumental que marcou o seu primeiro trabalho, o CD Semente. O CD teve a base gravada no Studio Bebop e demais grava­ções divididas entre os estúdios Groove e Paarmann.

Músicos
O trabalho conta com participações de Maurício Biazzi (baixo); André Novais (bateria e percussão nas faixas Arara, Você me Kiss, Laranja, Lembra?, As Flores de Oswald, Amar com E e Pousar); Cris Bananal (percussão nas faixas Avisa, Todos Nós, A Chuva e Um Zeppelin); Piu (teclado nas faixas Avisa, Todos Nós, A Chuva e Um Zeppelin); Flá­vio Marchesin (teclado nas faixas Arara, Você me Kiss, Lembra?, As Flores de Oswald, Amar com E e Pousar); Dani Ferraz (backing vocal da faixa A Chuva); Vanessa Jackson, Alex Mariet e Marrom (coro da faixa Amar com E); Doriel Oliveira, Fulvio Lucietto e Soró (metais da fixa As Flores de Oswald); Samuel Mota, Marcelo Guanabara, Fábio Oliveira, Marô Blanques e Vivian Casalenovo (coro final de Um Zeppelin).
As composições, letras, arranjos e produção ficam a cargo de Roney Giah, formado em música pelo Musicians Institute (MI), de Los Angeles, EUA, e em engenharia de som pelo IAV de São Paulo.
Em shows Roney é acompanhado por sua banda Giah’zz Groove, formada por Elmo Souza (bateria); Paulo Pires (baixo); Nado (teclado) e Ale Mariano (guitarra) que pode ser visualizada no link abaixo:
http://www.roneygiah.com.br/telas/banda.htm


Roney Giah
Formado no Musicians Institute of Technology, em Los Angeles (EUA), em 1994, Roney Giah estudou com Pat Metheny, Scott Henderson, Frank Gambali, Joe Diorio, Joe Pass, Stanley Jordan, Jenifer Batten (guitarrista de Michael Jackson) e Cat Gray (tecladista do Prince). De volta ao Brasil, o cantor e guitarrista lançou seu CD de estréia — Semente —, que concorreu ao Prêmio Sharp 1998. No mesmo ano, disputou o Prêmio Visa (edição instrumental) e conquistou o segundo lugar no Festival Berklee/Souza Lima, em São Paulo. Teve também sua música Argila relançada no disco Pearl Brazilian Team 3, numa coletânea de artistas brasileiros.

 
 
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