38 noticias até o momento
04/05/2010
15:20:58
O músico-poeta, Reynaldo Bessa, agraciado com o prêmio jabuti 2009na categoria poesia, cria blog sobre o fazer e seus feitos poéticos.

O músico-poeta, Reynaldo Bessa, agraciado com o prêmio Jabuti 2009 na categoria poesia e finalista do Prêmio Portugal telecom de Literatura 2009, cria blog sobre o fazer e seus feitos poéticos, além de outras coisas mais. Bessa teve recentemente um de seus livros de contos "Algarobas urbanas" selecionado no concurso de literaturo do Sesc Vila Mariana em parceria com a editora record. Visite o blog do artista. Link abaixo:

http://algarobas.blogspot.com/

O Toque
O Toque
05/04/2010
23:51:03
Marcelo Nova volta para única apresentação em plena Rua Augusta !!!

MARCELO NOVA EM SÃO PAULO (única apresentação)

 

Já há mais de três anos sem tocar em São Paulo, Marcelo Nova volta para única apresentação  em plena Rua Augusta !!!  

 

O Cantor e Compositor Marcelo Nova, ex camisa de Vênus e parceiro de Raul Seixas, fará no próximo dia 17 de Abril uma única apresentação em São Paulo na festa VODOO.LOVE.  Para quem não conhece a Vodoo.Love é a mais nova festa temática da Rua Augusta no Centro da cidade. Drinks temáticos e afrodisíacos; separação de homens e mulheres até determinado horário e distribuição de uma dose de vodka para todas as mulheres até ás 01h da manhã são algumas das características da festa.  Sucessos como Simca Chambord, Silvia, Eu não Matei Joana D´Arc, e muitos outros estarão no repertório.

 

 

Serviço:

::: Show Especial c/ Marcelo Nova  na  Vodoo.Love :::   

 

Sábado 17/04 ás 23h

 

Feitiços e drinks afrodisíacos

Bandas de rock  e amarração pro amor

Até 01h Dose de Double Vodka na faixa para ELAS

 

Das 23h00 até 00h:

Elas por cima (palco 1).

Eles por baixo (palco 2)

Das 00h em diante, tudo junto e misturado  !!!

 

Ingressos:

1º lote: R$20,00 (apenas 200 unidades)

2º lote: R$25,00 (apenas 200 unidades)

Portaria: R$30,00

 

Pontos de Venda:

Galeria do Rock: Baratos Afins: Av. São João 439, 2º andar – lojas 314/318

Fã Clube Raul Seixas: Rua Augusta, 479 – Centro – SP (Metrô Anhangabaú).

Metal Discos (Santo André): Rua Dona Eliz Flaquer, 184 – Centro Santo André - SP

 

Compre também pela Internet com todo conforto:

www.ticketfacil.com.br – 3846 1511 (boleto ou cartão)

 

 INFORMAÇÕES: FONE (11) 4474.3012 9553.2975

CONTATO@INTERLUDEVIRTUAL.COM

 

 

 

 

At

 

 

 

Rafael Lauer
Interlude Produções
www.interludevirtual.com
msn: interludeshow@hotmail.com
Nextell: 11*45215 / skype: interlude.show
Tel.: 11 4474 3012 / 9553 2975 / 7740 6985
Interlude Produções
Interlude produções
01/12/2009
14:25:07
KAREN KELDANI EM ALMA FEMININA
Lançamento do CD "KAREN KELDANI EM ALMA FEMININA - as canções de Ricardo Brito". Músicos: Leandro Freixo no piano e Diana Lacerda no Violoncelo.
Ricardo Brito
Ricardo Brito
19/11/2009
11:09:28
teste
teste
teste
teste
02/09/2009
16:57:48
O Músico-poeta Reynaldo Bessa é um dos finalista do Prêmio Jabuti 2009

O músico-poeta Reynaldo Bessa é um dos contemplados


O Primeiro livro de poemas "Outros Barulhos" do Músico-Poeta, potiguar, Reynaldo Bessa foi finalista do Prêmio Portugal Telecom de Literatura 2009 e agora é um dos finalistas do 51º Prêmio Jabuti 2009 - POESIA


http://www.cbl.org.br/jabuti/telas/resultado/resultado.aspx?c=14&f=1  (SITE DO PRÊMIO JABUTI)

 
Jabuti indica os melhores de 2009

São Paulo. No ano em que o Prêmio Jabuti bateu o recorde de inscrições (mais de 2,5 mil), não só a quantidade, mas também a qualidade e a diversidade das obras selecionadas chamam atenção.

Essa é a avaliação de José Luiz Goldfarb, curador do tradicional prêmio concedido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), que divulgou na noite de quinta-feira os finalistas das 21 categorias do Jabuti.

"Os finalistas mostram que o Brasil vive um momento muito bom em produção editorial. Só gostaria que houvesse mais leitores. Temos uma produção de Primeiro Mundo, mas uma distribuição ainda deficiente", lamenta Goldfarb, destacando a presença de editoras de pequeno e médio porte na lista, incluindo publicações independentes.

Para Goldfarb, em anos com boa safra de livros, como 2009, é normal haver diversidade de editoras e autores finalistas. "O Jabuti, ao contrário do que algumas pessoas pensam, não é um jogo de cartas marcadas de grandes editoras ou autores consagrados."

Em sete categorias houve empate entre os finalistas, o que, segundo o curador, também reflete o alto nível dos concorrentes deste ano. "Há muitas joias produzidas no Brasil", avalia.

Com dois empates, a categoria poesia tem 12 finalistas. Na lista, nomes consagrados como Alice Ruiz, Ana Cristina Cesar e Ferreira Gullar competem com o poeta e compositor Reynaldo Bessa e a jovem escritora e artista plástica carioca Laura Erber.

Entre os finalistas da categoria romance estão os ganhadores do Prêmio São Paulo de Literatura de 2009, Ronaldo Correia de Brito e Altair Martins, que concorrem respectivamente com "Galileia" (Alfaguara) e "A Parede no Escuro" (Record), além de vencedores anteriores, como Moacyr Scliar ("Manual da Paixão Solitária", da Cia. das Letras). O curador explica que é normal haver coerência entre as premiações, sinal da "objetividade" dos jurados.

Na categoria reportagem, a lista de dez finalistas tem Zuenir Ventura, com "1968 - O Que Fizemos de Nós" (Planeta), e Vanessa Barbara, com "O Livro Amarelo do Terminal" (Cosac Naify). Em contos e crônicas, onde também houve empate, concorrem Nuno Ramos, por "Ó"(Iluminuras), Lya Luft, por "O Silêncio dos Amantes" (Record), e mais dez autores.

Os três vencedores de cada categoria serão divulgados dia 29 de setembro. Os grandes prêmios de Livro do Ano (ficção e não ficção, em que cada vencedor leva R$ 30 mil) vão ser conhecidos na cerimônia de premiação do Jabuti dia 4 de novembro.

 
 
Veja os finalistas abaixo: Poesia

  DOIS EM UM EDITORA ILUMINURAS LTDA. ALICE RUIZ S
  CHOCOLATE AMARGO EDITORA BRASILIENSE S.A. RENATA PALLOTINI
  ANTIGOS E SOLTOS:POEMAS E PROSAS DA PASTA ROSA INSTITUTO MOREIRA SALLES INSTITUTO MOREIRA SALLES
  CINEMATECA SCHWARCZ LTDA. EUCANAÃ FERRAZ
  A LETRA DA LEY ANNABLUME EDITORA GLAUCO MATTOSO
  HOMEM AO TERMO – POESIA REUNIDA [1949-2005] EDITORA UFMG AFFONSO ÁVILA
  OUTROS BARULHOS ANOME LIVROS REYNALDO BESSA
  GEOMETRIA DA PAIXÃO ANOME LIVROS DAGMAR DE OLIVEIRA BRAGA
  OS CORPOS E OS DIAS EDITORA DE CULTURA LTDA LAURA ERBER
  FERREIRA GULLAR: POESIA COMPLETA, TEATRO E PROSA EDITORA NOVA FRONTEIRA FERREIRA GULLAR
  RÉQUIEM CONTRA CAPA LÊDO IVO
10º  UMA HORA POR DIA 7LETRAS
MARIA HELENA AZEVEDO
O Toque
O Toque
03/08/2009
11:56:01
Reynaldo Bessa no Villagio Café

Depois de tocar na Europa e mais recentemente em Cochabamba e Sucre, na Bolivia, o Cantor, compositor, violonista e poeta potiguar, Reynaldo Bessa, volta com o show "A volta em mim em 80 minutos" onde em aproximadamente uma hora e vinte minutos, ele canta musicas de seus cinco discos, além de musicas que influenciaram e influenciam a sua carreira. Durante o show, como na primeira fórmula, Bessa aproveita para ler poemas de seu primeiro livro "Outros Barulhos" lançado este ano na Martins Fontes pela Anome Livros.

dia 07/Agosto
sexta-feira - 21:30
Ingressos= no dia R$ 15,00
antecipados= R$ 10,00 ( a partir de segubda feira, dia 03, no villagio)

Villagio Café - Tedodoro sampaio , 1229
3531-3730 - Pinheiros

Bessa-Voz e Violões
Demétrius Carvalho - Direção musical e baixo acústicoMarcos Maia - percussão


www.reynaldobessa.com.br

Redação
Redação
22/07/2009
16:59:17
Reynaldo Bessa canta na Bolivia
O cantor, compositor, violonista e poeta portiguar Reynaldo Bessa canta em Cochabamba, no Palacio Portales no dia 24 de julho e depois toca em Sucre, no IV Encuentro Interultural y Patrimonial de Sucre - Bolívia no dia 27 de julho.
O Toque
O Toque
22/05/2009
09:16:55
Morre o músico Zé Rodrix, aos 61 anos, em São Paulo

O cantor e compositor Zé Rodrix, 61, morreu na madrugada desta sexta-feira (22), em São Paulo. O músico deixa mulher, seis filhos e dois netos.

Drika Bourquim/Divulgação
Zé Rodrix ganhou destaque na música durante a década de 70, ao lado de Sá e Guarabyra
Zé Rodrix ganhou destaque na música durante a década de 70, ao lado de Sá e Guarabyra

De acordo com informações do "Bom Dia São Paulo", o músico se sentiu mal e foi levado às pressas ao Hospital das Clínicas, onde morreu.

A assessoria de imprensa do hospital afirma que o músico deu entrada às 0h30 e morreu às 0h45. A causa da morte ainda não foi informada.

Rodrix, cujo nome de batismo é José Rodrigues Trindade, apareceu para o grande público em 1967, em um festival da Record.

Sua carreira ganhou destaque nos anos 70, quando trabalhou com o grupo Som Imaginário --banda criada para acompanhar uma turnê de Milton Nascimento-- e ao lado dos músicos Sá e Guarabyra. O trio se transformou em ícone do chamado "rock rural".

Entre as canções mais famosas de Zé Rodrix estão "Casa no Campo", famosa na voz de Elis Regina, "Mestre Jonas" e "Soy Latino Americano".

Nas décadas de 80 e 90, Rodrix abandonou a carreira musical para se dedicar à publicidade.

Em 2001, voltou a se reunir com os companheiros Sá e Guarabira para uma apresentação do "Rock in Rio". No mesmo ano, o trio lançou um DVD ao vivo, reunindo seus maiores sucessos: "Sá, Rodrix & Guarabyra: Outra Vez Na Estrada - Ao Vivo".

Folha On Line
Folha On Line
11/05/2009
12:30:01
"Outros Barulhos" primeiro livro do Músico-Poeta, Reynaldo Bessa é um dos livros indicados ao Premio Portugal telecom de Literatura 2009.

O Livro Outros Barulhos de Reynaldo Bessa já começa com a Orelha direita, quer dizer, com o pé direito, ele está na primeira lista do Prêmio Portugal Telecom de Literatura 2009. Veja link abaixo.

http://www.premioportugaltelecom.com.br/2009/livros-concorrentes.asp

Redação
Redação
20/03/2009
12:13:38
Tecnologia será tema da 8ª Feira da Música, que encerra inscrições no dia 03 de abril

Tecnologia será tema da 8ª Feira da Música, que encerra inscrições no dia 03 de abril

 

Além de grupos musicais, a Feira da Música recebe propostas de palestras, oficinas e outras atividades relacionadas ao tema.

 

A Feira da Música, um dos mais importantes eventos do setor do país e pioneiro no âmbito da música independente, chega em 2009 à 8ª edição, que acontece de 19 a 22 de agosto em Fortaleza, Ceará. A data final das inscrições foi prorrogada para o dia 03 de abril. Podem se inscrever instrumentistas, cantores e bandas do Brasil e do exterior, dos mais diferentes gêneros, como rock, música eletrônica, jazz instrumental, hip hop, blues e MPB. Além de grupos musicais, a Feira da Música recebe propostas de palestras, oficinas e outras atividades relacionadas ao tema Tecnologia.

 

Com toda a programação gratuita, a Feira da Música é um grande espaço do mercado musical, com shows, rodadas de negócios, oficinas, conferências, lançamentos, esposição da indústria de equipamentos, instrumentos e serviços, representando um importante pólo de discussão, divulgação e intercâmbio da produção musical, da indústria fonográfica e das mais diversas áreas que compõem o mercado musical. Em sete anos, a Feira tem gerado soluções para a cadeia produtiva da música, contribuindo para a consolidação de uma rede nacional e abertura de um mercado internacional para a produção independente.

 

Tecnologia no foco da 8ª Feira da Música

 

Este ano a Feira da Música terá pela primeira vez um tema central e o foco será a Tecnologia em todas as suas relações com o universo musical. O assunto será abordado no VIII Encontro Internacional da Música, que integra a programação da Feira da Música, com oficinas, painéis, workshops e estará no pavilhão de exposição da indústria de equipamentos, instrumentos, acessórios e serviços do mercado musical. Para tratar do tema, a Feira da Música recebe propostas de painéis, oficinas ou outras atividades relacionadas a softwares livres, desenvolvimento de plataformas para áudio, meios multimídias, novas tecnologias e tudo o que está relacionado à produção musical atual.

 

Como se inscrever

 

A ficha de inscrição de grupos musicais, instrumentistas e cantores está no site www.feiramusica.com.br. Depois de preenchida, deve ser enviada para a Midiamix Comunicação, produtora associada do evento, juntamente com um CD demo contendo, no mínimo, três músicas, ficha técnica com a relação dos músicos e instrumentos e um breve release. O endereço para o envio é Rua Engenheiro Plácido Coelho Júnior, 180, Vicente Pinzon – Fortaleza - CE, CEP 60175-635. Contatos: (85)3262-5011 e secretaria@feiramusica.com.br. O anúncio da seleção está programado para a primeira semana de maio.

 

A Feira da Música é uma realização da Associação dos Produtores de Discos do Ceará (PRODISC) em parceria com o Sebrae-CE, numa promoção da Prefeitura de Fortaleza, patrocínio do Banco do Nordeste e BNDES, apoio cultural do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e Ministério da Cultura.

 

Serviço

Feira da Música 2009 - Inscrições prorrogadas até o dia 03 de abril para a 8ª Feira da Música, que acontece de 19 a 22 de agosto em Fortaleza, Ceará. Informações e inscrições: Midiamix Comunicação. Rua Engenheiro Plácido Coelho Júnior, 180 – Vicente Pinzón, Fortaleza, Ceará. CEP 60 175-635. Tel: (85) 3262.5011. Email: secretaria@feiramusica.com.br.  Site: www.feiramusica.com.br.

 

SUGESTÃO DE ENTREVISTA:

Ivan Ferraro – Coordenador da Feira da Música

(85) 3262.5011 / 9925.9094

 

 

 

20/03/2009

DÉGAGÉ

Assessoria de Imprensa

Jornalistas Responsáveis: Sônia Lage e Eugênia Nogueira

(85)3252.5401 / 9989.5876 / 9921.3827

degage@degage.com.br / www.degage.com.br

Dégagé
Dégagé
05/12/2008
11:06:23
Golpe contra os músicos - Farejando a quadrilha

Oi pessoal,
escrevo para divulgar um golpe que músicos estão sofrendo na GrandeSão Paulo, e principalmente para conseguir pistas que possam levar à estes bandidos. Por favor envie este e-mail para o maior número de pessoas possível. Principalmente se você é ou conhece algum músico, que ganha o pão animando platéias...

No início de Novembro uma pessoa dizendo se chamar Luciana entrou em contato com a Orquestra Sanfônica de São Paulo pedindo para contratar 3 sanfoneiros para um show. A Renata, maestrina da Orquestra, como de costume deu o telefone do Mauricio (meu marido) para pegar o trabalho. A tal Luciana telefonou para meu marido, e disse que ia fazer uma festa pra o pai de seu chefe, para 40 pessoas. Ele sugeriu um show com 2 sanfonas, baixo e bateria, e ela ficou de retornar.

Na terça-feira, dia 18, ela ligou para o Mauricio querendo marcar o show para o dia seguinte. Como ele não podia ela sugeriu a quinta-feira, e como ele também não podia eles marcaram para sexta-feira à tarde, na cidade de Mogi das Cruzes. O show seria na Chopperia Alphaville, a partir das 15horas, mas ela pediu que eles chegassem às 13h. Eles chegaram no local marcado e foram apresentados ao dono do bar, Fábio, que também foi contratado pela Luciana reservando 40 lugares de sua choperia para um evento. O Mauricio sugeriu montar a aparelhagem para o show, mas ela disse que eles deveriam deixar os equipamentos na choperia e almoçar primeiro. Ela os levou para um outro restaurante, próximo à prefeitura de Mogi. Porém ela disse que não ia almoçar, que precisava ir até a prefeitura resolver um problema e voltaria em alguns minutos. Quando saiu do restaurante um cúmplice dela telefonou para o dono da Chopperia onde estavam os instrumentos, dizendo que era o meu marido e informando que a Luciana passaria lá para pegar as sanfonas, pois eles fariam uma demonstração musical no restaurante onde estavam almoçando. Na seqüência ela passou na Chopperia Alphaville (a pé), onde o proprietário abriu a porta e ela pegou as 02 Sanfonas Scandalli Super VI Pretas, e a mochila com todos os pertences do meu marido. Ao suspeitar da demora da mulher os músicos foram até a chopperia Alphaville e constataram o roubo. Cada sanfona roubada custa R$18 mil. Um prejuízo de R$36.000,00. Entre os pertences do meu marido estava cabo e afinador importados que somados custam aproximadamente R$500. Além de agenda, chaves de casa, documentos do carro, e uma câmera filmadora de mini DVD.

Soubemos de diversos casos como este, pelo menos 6 entre maio de 2007 e hoje, a maioria aconteceu em Mogi mesmo com grupos musicais da Poá, São José dos Campos, São Paulo entre outras cidades. Teve um caso também na Zona Leste de São Paulo, Cupecê. As características do golpe são sempre as mesmas, festa para idoso, 40 pessoas, deixa os instrumentos num bar e vai almoçar em outro lugar. A mulher é baixinha, gordinha, de pele morena. Fala errado algumas palavras como "self-selve", "Chopperia Alpravile" e "música crássica", e já se apresentou como Márcia, Luciana, e outros vários nomes.

Estamos farejando a quadrilha e também procurando notícias dos instrumentos, que devem ter sido
vendidos em algum lugar... quem sabe não tem alguém na sua lista de contatos que possa nos ajudar?

Obrigada!

Thalita Gut | Trade Marketing

11 4152 0800/ 11 9608 1062

Skype: thalita.gut

 Roberta Valente

www.myspace.com/robertacunhavalent www.saocoisasnossas.blogspot.com

Roberta Valente
Robertta Valente
19/02/2008
17:49:52
Ecad arrecada R$ 82 milhões com o fim de ações judiciais
O Escritório Central de Arrecadação (Ecad), responsável pela cobrança de direitos autorais pela execução de música em estabelecimentos comerciais, eventos e empresas de radiodifusão, vêm levando a melhor na disputa com com empresários relutantes à contribuição. A arrecadação judicial aumentou quase dez vezes em quatro anos e fechou 2007 com R$ 82 milhões. Com as arrecadações já efetivadas, o volume de disputas judiciais também está caindo: de 7 mil processos em 2003, o Ecad tem hoje 4 mil ações de cobrança. Por trás dos resultados, diz o órgão, está o fracasso da maioria das teses judiciais que tentavam afastar a cobrança dos direitos autorais.

Segundo a superintendente do Ecad, Glória Braga, o sucesso das disputas na Justiça também ajuda a consolidar a arrecadação por vias não contenciosas. A receita total do Ecad encerrou 2007 com R$ 302 milhões, um aumento de 12% em relação ao ano anterior. Isso a despeito dos problemas que o escritório vem tendo com a renovação dos contratos milionários assinados com algumas das principais emissoras de TV. Por trás do resultado, está a estratégia do órgão de diversificar os seus "clientes" - como chama os contribuintes dos direitos autorais -, partindo para novos tipos de atividades e para negócios de menor monta.

Entre as vitórias judiciais recentes, Glória Braga enumera ações contra redes de cinemas, que têm de destinar 5% de sua receita ao Ecad. Com as derrotas judiciais, apareceram os primeiros acordos para pagamento. Outras disputas que estão sendo encerradas são as travadas com municípios - pela execução de música em eventos locais -, pela cobrança na sonorização em lojas de departamentos, supermercados e hospitais e pela realização de shows. De acordo com a superintendente, apesar de esses ramos serem clientes antigos do Ecad, o órgão vêm aumentando o número de estabelecimentos envolvidos e também somando eventos de menor porte.

Glória Braga diz que a estratégia do órgão é levar os casos ao Judiciário apenas em última instância. Isso é o que está ocorrendo, diz, na nova fronteira explorada pelo escritório: a internet. O ramo ainda representa menos de 0,1% da arrecadação do órgão, e vem sendo trabalhado inicialmente com medidas de "conscientização" - ainda não há nenhum processo judicial. Há acordos com alguns sites institucionais, e apenas negociações com grandes provedores de conteúdo.
Fernanda Teixeira
O Toque
30/01/2008
09:15:19
Após divulgar falsas parcerias, site adia lançamento de "25 milhões músicas grátis"

A Qtrax --empresa que fez alarde no fim de semana ao anunciar que iria disponibilizar mais de 25 milhões de músicas grátis para download-- informou que vai adiar o lançamento do serviço. Isso porque o site, que antes afirmou que tinha acordos com grandes gravadoras, reconheceu que essas parcerias não existem.

De acordo com o Qtrax, o lançamento do serviço --marcado para segunda-feira (28)-- será adiado "por algum tempo", até que os acordos com as gravadoras sejam completamente fechados.

A idéia do site é, supostamente, legalizar o mercado de música on-line, distribuindo as canções de graça. Artistas e gravadoras seriam pagos conforme o número de acessos às suas músicas e ainda receberiam uma fatia do que for arrecadado com os anúncios publicitários feitos na página.

"Agora [os consumidores] poderão compartilhar música legalmente pela internet", afirmou o chefe-executivo da empresa, Allan Klepfisz. "Nós queremos poder disponibilizar música de graça num ambiente de total legalidade que permitirá que os artistas sejam pagos".

Mas o clima de legalidade durou pouco. Depois do anúncio do acordo, no domingo, três grandes gravadoras --Warner Music, EMI e Universal Music-- negaram que tenham fechado qualquer acordo para distribuir músicas grátis pelo Qtrax.

A Warner negou que tivesse disponibilizado seu conteúdo para o serviço. Já a Universal Music e a EMI confirmaram que estão negociando o assunto, mas que não fecharam acordo ainda. A Qtrax afirma ter investido cerca de US$ 30 milhões (R$ 53 milhões) no serviço.

Folha Online
Folha Online
29/11/2007
09:45:52
Tom Zé recebe prêmio Shell em São Paulo
O cantor e compositor baiano Tom Zé recebeu nesta terça-feira (27) o prêmio Shell de música. A 27ª edição do evento foi realizada no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

O troféu foi entregue ao cantor pela atriz Maria Clara Gueiros, apresentadora da edição 2007 do prêmio. No evento, Tom Zé se apresentou ao vivo com sua banda e tocou músicas como "Brigitte Bardot" e "Augusta, Angélica e Consolação".

Entre os artistas que já receberam o prêmio estão Moacir Santos (2006), Dona Ivone Lara (2002), Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1997), Chico Buarque (1988) e Tom Jobim (1982).

Tom Zé foi escolhido pelo júri formado pelos jornalistas Leonardo Lichote ("O Globo") e Márcia Vieira ("O Estado de São Paulo"), pelos músicos Ricardo Silveira e Zélia Duncan e pelo pesquisador e crítico musical Rodrigo Faour.
Uol Música
da Redação
23/11/2007
18:05:23
Palestra Sobre Registro Profissional dos Músicos
Convidamos vocês Profissionais da Música (músicos, produtores, criadores, técnicos e afins), para a Reunião Debate sobre os modelos de registro profissional dos músicos, que acontecerá no dia 27 de Novembro de 2007 das 17 as 20:00h, na Sala "Oscar Pedroso Horta¨ 1º sub-solo sala B na Câmara Municipal de São Paulo. Viaduto Jacareí  - Centro - São Paulo.

O objetivo do encontro é redigir um documento para posterior
encaminhamento às autoridades competentes e, discutir sobre a
inconstitucionalida de da Portaria 3347/86 que cria a nota contratual, que está desatualizada, não garantem recolhimento previdenciário, exige chancela da OMB, incentivando assim a informalidade .

Por conta desta portaria, empresas como os SESCs e outras, ainda exigem a inscrição na OMB para contratação de eventos musicais.

Os argumentos jurídicos que sustentam a proposta do SIMPROIND estão descritos no código civil, TITULO V - Dos Contratos em Geral, bem como no Art. 5º Inciso IX da Carta Magna.

O resultado do debate será encaminhado ao MPF - Ministério Público Federal pela direção do SIMPROIND ainda este ano.

Pretendemos assim sensibilizar o Ministro do Trabalho para a urgente necessidade de mudanças nas legislações dos músicos, entre ela esta Portaria 3347/86.

MÚSICOS COMPAREÇAM, TRAGAM SUAS SUGESTÕES,
SEUS AMIGOS E ASSINEM A PROPOSTA FINAL

Conselho Deliberativo
SIMPROIND
Sindicato dos Músicos Profissionais Independentes
Rua Sete de Abril, 261 - sala 706 - 7º and. Centro - São Paulo - SP
Fone (11) 3151 4528
simproind@simproind.org.br
SIMPROIND
SIMPROIND
06/11/2007
11:40:14
PF prende 5 acusados de acelerarem projetos que pleiteavam recursos da Lei Rouanet
A Pólícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União, desencadeou nesta terça-feira (6) a Operação Mecenas, que desmontou uma quadrilha que atuava no Ministério da Cultura favorecendo projetos que pleiteavam recursos da Lei Rouanet, conforme revelou nesta manhã, com exclusividade, a colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo.

Os policiais cumprirão cinco mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão, todos no Distrito Federal. O grupo criminoso era composto por produtores culturais e servidores públicos. O esquema envolvia favorecimento nas análises dos processos submetidos ao Conselho Nacional de Incentivo à Cultura - CNIC, órgão do Ministério da Cultura

A reportagem do UOL apurou que a funcionária Adriana Barros Ferraz cobrava uma taxa dos interessados em terem seus projetos adiantados e recebia mais uma porcentagem do dinheiro liberado pela Lei Rouanet depois do projeto aprovado.

Adriana Barros Ferraz agia em conjunto com duas empresas: a Mecenas e a G4 Produções. O dono da Mecenas é um policial civil do Distrito Federal, Paulo César Silva Guida. A G4 Produções pernetence aos irmãos Raul Eduardo e Jair Cruz Machado Santiago. Foi preso também o produtor cultural José Ulysses Frias Xavier.

Segundo ainda Mônica Bergamo, a investigação, que durou seis meses, começou a partir de uma denúncia feita ao MinC por um empresário que revelou estar sendo achacado por funcionários do ministério. A CGU (Controladoria Geral da União) foi alertada e solicitou ajuda da PF.

Os cinco acusados estão detidos na Superintendência Regional da Polícia Federal, em Brasília, onde estão sendo ouvidos pelas autoridades.

Carolina Juliano
Agência estado / UOL
17/10/2007
11:32:09
Setembro: O Mês do crescimento.
Setembro foi o mês em que as grandes gravadoras olharam para frente e viram uma luz no fim do túnel. A pesquisa realizada pela AC Nielsen, que mostrou um aumento de 11% na venda de CDs no mês de julho, foi amplamente divulgada na mídia. Esta foi a primeira vez, desde o início da crise da indústria fonográfica, em que houve um número positivo nesta análise.

Todos os executivos procurados pelos veículos de comunicação foram positivistas e pela primeira vez também foi possível ouvi-los praticando um discurso que até pouco tempo estava longe da retórica do mundo das grandes gravadoras: o caminho é baixar os preços dos produtos físicos e entender que as mídias digitais não são inimigas da indústria, e sim eficazes complementos de receitas.

Setembro também foi o mês em que o Myspace começou a procurar nomes para assumirem a direção da filial brasileira do portal, prevista para ser aberta ainda este ano. A questão da música online ainda assusta muitas empresas internacionais, sobretudo por conta da delicada relação com as editoras daqui, consideradas por muitos como as grandes inimigas da cultura digital. Estruturadas sobre modelos de negócio que já não existem mais, as editoras sofrem para se adaptar a um formato que valoriza a quantidade de produtos e não a margem sobre cada um deles. Esta é a razão que levou o Pandora embora e que também mantém a Apple e o Last.FM olhando nosso país de longe. O Myspace dá as caras, larga na frente e vem para cá disposto a enfrentar este desafio. Com a força do mercado da música no país, que a cada mês se mostra maior, é possível apostar que eles vão colher mais louros do que prejuízos por aqui.

No aspecto cultural, foi o mês em que se observou a sinalização de que o samba é o gênero do momento, a aposta da vez. As inúmeras capas de jornais, revistas e sites dados aos lançamentos do gênero apontam para a consolidação de uma nova geração de músicos forjados desde o início desta década. Não há como negar que o bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, foi mais uma vez a mola propulsora disso. Roberta Sá (Universal), Teresa Cristina (EMI) e Maria Rita (Warner) foram as grandes apostas comerciais de suas gravadoras e isso não deve ser entendido como coincidência. Nessa lista ainda estão chegando Moyseis Marques (Deckdisc), Diogo Nogueira (EMI) e Casuarina (Biscoito Fino), etc, etc, etc...

Por fim, também foi em setembro que o circuito nacional de festivais independentes reafirmou sua relevância no atual momento da música brasileira. Entre os dias 13 e 16, foram quatro grandes festivais simultâneos em diferentes locais do país: Festival Mundo (PB), Jambolada (MG), Coquetel Molotov (PE) e Se Rasgum (PA). Mais de 100 shows, com artistas do país inteiro e alguns do exterior. Sem falar no MIMO, festival que no início do mês levou a Olinda (PE) nomes como Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, João Donato, Paulo Moura, Antonio Meneses, Egberto Gismonti, entre outros. Além das portas que estes festivais abrem para muitos grupos, há o aspecto econômico extremamente relevante, tanto pela criação de empregos, quanto pelo fomento aos agentes da economia da música nas cidades onde ocorrem.
Chappa
Chappa
11/10/2007
18:42:10
"Faixa Musical" traz cordas do Duofel
Um show do Duofel é um show de dois banquinhos e vários violões -de nylon, tenor, de aço, de dez cordas, de 12 cordas- que nada tem a ver com o clássico banquinho e violão.
No "Faixa Musical" que o Canal Brasil exibe na noite de hoje (com a cantora Roberta Sá como apresentadora), o duo de violonistas e ex-roqueiros Fernando Melo e Luiz Bueno tira sonoridades percussivas das cordas e investiga possibilidades com recursos como o arco de rabeca e o pedaço de madeira chamado zig-zum.
O show em questão é "Duofel - Frente & Verso ao Vivo", gravado em 2003 no Sesc Pompéia (em comemoração dos 25 anos da dupla, que hoje beira os 30).
No palco, há espaço para versões de "Bom Dia, Tristeza" (Adoniran Barbosa e Vinicius de Moraes), "Procissão" (Gilberto Gil) e "Norwegian Wood (This Bird Has Flown)" (John Lennon e Paul McCartney), mas a apresentação é centrada em composições próprias, como as boas "Caboquinha de Braguinha" e "A Caminho de Iracema".
Há aqui uma mostra do encontro dos violonistas com os rapazes do projeto eletrônico Lunatics, que viria a ser mais bem explorado (e também estranhado por fãs) no álbum "Lounge Eletrônico", dentro do duplo "Experimenta", que o Duofel lançou neste ano. (RC)

FAIXA MUSICAL - DUOFEL - FRENTE & VERSO AO VIVO
Quando:
hoje, às 22h
Onde: Canal Brasil
Ilustrada
Uol - música
05/10/2007
19:45:17
Nelson Freire ganha o prêmio mais influente da música clássica

O pianista mineiro Nelson Freire, 62, conquistou um Gramophone, o prêmio mais influente da música clássica no mundo, concedido pela revista britânica homônima. Ele ganhou o prêmio de "gravação do ano" pelo trabalho "Brahms: Piano Concertos", lançado pelo selo Decca. O anúncio foi feito na última quinta-feira (4).

"No auge da forma, Nelson Freire executa os concertos para piano e orquestra de Brahms com sonoridade assertiva e inteligência musical. O suntuoso acompanhamento da Orquestra Gewandhaus, regida por Chailly, faz deste um dos melhores registros das obras de Brahms", descreveu a Folha em 15 de dezembro de 2006.

Em 2003, o pianista ganhou uma homenagem no cinema com o lançamento do documentário "Nelson Freire", dirigido por João Moreira Salles. Um dos pontos altos do filme é a leitura das cartas que Nelson Freire recebeu de seu pai e de sua professora, ainda no começo da carreira.

Folha Online
Uol-Música
27/09/2007
12:47:02
MTV premia nesta quinta-feira melhores do ano; confira indicados

A MTV realiza nesta quinta-feira (27) o Video Music Brasil, prêmio que elege os melhores do ano que passaram pelo canal de música em 2007.

A festa será realizada a partir das 22h, no Credicard Hall, em São Paulo e vai ser transmitida ao vivo pela TV e pela internet.

Daniella Cicarelli, apresentadora do "Beija Sapo" e da "Batalha de Modelos", comandará a festa que vai premiar oito categorias. Daniela fará 13 trocas de roupas, entre elas, usará Dolce & Gabbana, Gloria Coelho e NKStore.

O cantor Marilyn Manson será uma das mais importantes atrações do prêmio. O artista vem ao Brasil para divulgar seu novo álbum "Eat Me, Drink Me", lançado em junho, que logo galgou postos na parada da Billboard.

Veja lista de indicados ao prêmio VMB:

Artista do Ano

Cachorro Grande
Capital Inicial
Charlie Brown Jr.
CPM 22
D2
Jota Quest
Lobão
NxZero
Pitty
Skank

Artista Internacional do Ano

Amy Winehouse
Arctic Monkeys
Fall Out Boy
Fergie
Justin Timberlake
Lily Allen
My Chemical Romance
Panic At The Disco!
Red Hot Chili Peppers
White Stripes

Hit do Ano

Capital Inicial: 'Eu Nunca Disse Adeus'
CPM 22: 'Além de Nós'
Natiruts: 'Natiruts Reggae Power'
NxZero: 'Razões e Emoções'
Pitty: 'Na Sua Estante'

Clipe do Ano

Autoramas: 'Mundo Moderno'
Cachorro Grande: 'Você Me Faz Continuar'
Cansei de Ser Sexy: 'Alala Vr2'
Charlie Brown Jr.: 'Não Viva em Vão'
Ira!: 'Eu Vou Tentar'
MV Bill: 'Língua de Tamanduá'
Pitty: 'Na Sua Estante'
Mukeka Di Rato: 'Rinha se Magnata'
Sandrão: 'Respeito Oriental'
Skank: 'Seus Passos'

Revelação

Bonde Do Rolê
Céu
Fresno
Mariana Aydar
Mop Top

Aposta MTV

Cueio Limão
Pública
Strike
Vanguart
Zefirina Bomba

Melhor Show

Cachorro Grande
Los Hermanos
Mutantes
Nação Zumbi
Nando Reis e Os Infernais

Web Hit

Suplicy Canta Racionais
Funk da Menina Pastora
As Árvores Somos Nozes
Confissões de um Emo
Vai Tomar No C*

Folha Online
Folha Online
26/09/2007
15:15:53
EXPOMUSIC - Começa hoje e promete atrair 60 mil pessoas.
Nesta quarta-feira, dia 26, tem inicio a 24ª edição da maior feira de música da América Latina. Serão expostos os últimos lançamentos em instrumentos musicais, som profissional, softwares, partituras, métodos, iluminação, gravação, acessórios, enfim, tudo relacionado à música

Realizado pela Francal Feiras e com patrocínio da Abemúsica - Associação Brasileira da Música, a Expomusic terá cerca de 170 expositores nacionais e internacionais que estarão mostrando os últimos lançamentos das marcas consagradas pelos ídolos da música numa área de 13,5 mil m².

“A Expomusic se tornou sucesso de público e nossa expectativa para esta edição é atrair mais de 60 mil pessoas, entre profissionais e público em geral”, comenta Abdala Jamil Abdala, presidente da Francal.

Eventos paralelos à feira não faltam. Os workshops de músicos renomados de diversos estilos musicais, pocket shows com novos talentos e artistas consagrados no tradicional Music Hall e a Expomusic Fest serão as atrações que prometem atrair uma boa parte do público à Expomusic.
“A feira é o espaço ideal para a geração de novos negócios. Num único espaço, marcas nacionais se misturam às internacionais, mostrando o que se tem de mais moderno no cenário da indústria musical”, explica Synésio Batista da Costa, presidente da Abemúsica.
expomusic
expomusic
18/09/2007
19:59:00
Gravadoras buscam novos modelos de negócios
A indústria fonográfica norte-americana está mais aberta a possibilidades de cooperação com lojas online de música, das menores empresas iniciantes à Amazon.com, esperando conseguir estimular a venda de música digital e superar o domínio da iTunes, da Apple, sobre o segmento. As gravadoras norte-americanas, no passado paranóicas quanto à possibilidade de pirataria em larga escala propiciada por empresas de Internet como Napster e KaZaa, agora estão adotando novos modelos de negócios, tais como fornecimento de downloads de música gratuitos.

O objetivo é ampliar a receita obtida nos mercados digitais para compensar a queda mais acentuada do que se esperava nas vendas de CDs, e criar alternativas à iTunes, a fim de reforçar o poder das empresas no momento de renegociar contratos de licenciamento. "Qualquer opção viável de descoberta de música é uma opção que gostaríamos de ver em ação", disse um executivo de uma grande gravadora, pedindo que seu nome não fosse revelado. "Se isso for feito da maneira correta, teremos novas receitas, já que alguns desses canais dispõem de excelentes mecanismos próprios que podem levar a compras diretas", afirmou, refletindo a opinião de outros executivos do setor.

Muitas empresas iniciantes de Internet propõem modelos de negócios para derrubar a iTunes, cuja participação no mercado de música digital atinge os 70 por cento. Muitas delas enfrentaram dificuldades ao negociar com as companhias de música. Uma das partes mais difíceis para colocar em operação um serviço digital de música é obter licenças sobre a música distribuída. Na maioria dos casos, as grandes gravadoras não concedem licenças sem que os sites iniciantes façam um volumoso pagamento adiantado.

A Amazon deve lançar sua rival da iTunes esta semana, depois de assinar contratos com Universal Music Group e EMI. Duas empresas iniciantes de menor porte, Qtrax e Spiralfrog, prometem oferecer downloads grátis aos usuários, bancados por vendas de publicidade que serão compartilhadas com as gravadoras.
Adnews
Reuters
11/09/2007
10:42:05
O CD já morreu há 10 anos", diz criador da Trama
Rick Rubin, comandante de um dos maiores conglomerados de música, a Columbia Records, surpreendeu alguns ao admitir na semana passada a morte do CD. A declaração foi concedida ao jornal The New York Times e repercutiu pela sinceridade com a qual condenou seu próprio modelo de negócios, famoso pela tradicionalidade marcante. Na visão dele, outras companhias do mesmo ramo de atuação devem se "reinventar totalmente" em vista da pirataria musical e a chegada de formatos digitais. Ele avisa ainda que a clássica prática de vender CDs em lojas já é considerada coisa do passado, ou melhor, da época dos dinossauros. "Acho que numa era com música digital, iPods e todas as ferramentas para pirataria nosso modelo de negócios parece um dinossauro", afirmou.

Embora a declaração possa soar polêmica, há quem não se surpreenda. É o caso de João Marcelo Bôscoli, músico e presidente da gravadora
Trama. "A definição é óbvia e veio pelo menos dez anos atrasada. Não devia nem ser considerada como algo relevante", alfineta. Bôscoli administra também a Trama Virtual, braço que funciona em espécie de gravadora virtual. Lá, bandas independentes podem publicar suas criações de modo gratuito, assim como o usuário final, que pode baixar as canções sem nenhum custo.

O músico defende, sobretudo, a multiplicidade de opções quanto à escolha musical. Critica também as políticas restritas praticadas pela indústria fonográfica, cujas intenções, segundo ele, não tentavam oferecer a melhor oferta para o consumidor. "Minha idéia foi fugir da mídia quadrada. Não vendo plástico, mas sim, o material em sua essência, contido em CDs. A indústria sempre quis apenas o que era melhor para as empresas", declara. O alto preço cobrado pelas gravadoras tradicionais é um dos principais motivos apontados por Bôscoli para o desgaste.

O
Trama Virtual dispõe atualmente de um acervo de mais de 80 mil arquivos MP3, divididos entre cerca de 40 mil bandas ou artistas cadastrados. Além disso, o site aderiu ao download remunerado, ou seja, bandas independentes recebem bonificação financeira de acordo com sua popularidade e procura pelos usuários do sistema. O projeto é inovador se analisado pelo modo de pagamento, oferecido diretamente à banda, ao invés do envolvimento de terceiros. Por tais razões, o fundador se diz otimista quanto à popularização deste formato musical no Brasil. "O consumidor sempre busca pela melhor opção. Torço para que vários modelos vinguem e se ele pode ter música gratuita por que vai comprá-la ?", indaga.

TV = música

Bôscoli estabelece ligeira semelhança entre o modelo praticado por ele e a TV aberta. Em ambos os formatos o consumidor recebe conteúdo gratuitamente. Todavia, é submetido à publicidade, cujos anúncios são responsáveis pelo financiamento de todo o mecanismo. Se inclui neste universo o programa que reúne canais de TV e os disponibiliza para vê-los na Internet: o
Joost. A Trama fechou parceria com o programa desenvolvido pelos criadores do Kazaa e Skype. É atualmente o único canal de música brasileira entre os conglomerados mundiais e tem o objetivo de buscar conteúdos musicais inovadores e diferenciados.
Marcelo Gripa
Adnews
19/08/2007
13:22:32
Gravadoras se reinventam para enfrentar declínio
As gravadoras faturaram cerca de R$ 484 milhões com vendas de CD e DVD no Brasil no ano passado (dados do IFPI), uma queda de pouco mais de 20%, comparando com o número de 2005, que chegou a R$ 615 milhões. Como conseqüência de um mercado em queda, os lançamentos já não ocorrem no mesmo volume de antes. Apesar disso, as gravadoras estão tentando se não reverter completamente este quadro negativo, pelo menos resgatar parte do faturamento perdido.

De acordo com o presidente da Universal Music, José Antonio Éboli, "convivemos com um mercado físico que vem caindo e sendo substituído pelo digital". Para enfrentar a concorrência desleal, especialmente da pirataria, Éboli conta que a gravadora criou estratégias como reduzir o preço do CD por meio de uma embalagem mais simples. "Fizemos isso e foi um sucesso. É preciso criatividade neste mercado", pontua. Outra saída é trabalhar em parceria com os fabricante de celular e operadoras, para que a música de um determinado artista esteja no aparelho.

O diretor-geral da Sony DADC, divisão da Sony BMG, Jorge Magalhães, é mais radical e prevê o declínio da era dos CD em seis ou sete anos. O momento é de transição da mídia física (CD e DVD) para o conteúdo digital. "O importante é que se pague os direitos autorais e artísticos", diz Magalhães.

Os downloads de músicas via web e celulares cresceram 85%, movimentando US$ 2,1 bilhões em 2006, no mundo. A música digital representou 11% das vendas mundiais, contra apenas 2% em 2004, segundo dados Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).
Magalhães é bastante crítico com relação às ações de marketing e publicidade das gravadoras, que, segundo ele, resumem suas ações apenas ao combate à pirataria, enquanto deveriam também promover as vendas de CD e DVD. "Lutar contra pirataria é importante, estamos engajados nessa campanha, mas precisamos aumentar os volumes de produtos para sobreviver por mais tempo no mercado musical. As gravadoras precisam buscar alternativas ao invés de ficar só esperando a pirataria cair para sobreviver." O executivo propõe criatividade para atrair o consumidor e fazer prevalecer por mais tempo o mercado de CD e DVD.

Magalhães, da Sony, citou três lançamentos com visual do antigo vinil: o CD do Zeca Baleiro,"Lado Z", feita em vinil CD, um produto que mescla a qualidade do CD-áudio com o visual nostálgico dos clássicos LPs; a coletânea "Uncle Charles", da bandas de Jazz Sound Scape Big Band Jazz, e uma coleção com 20 sucessos pop que fazem parte do catálogo da Sony BMG e da SpotFilms.

Já a EMI Music Brasil aposta na venda de produtos de maior valor agregado, como os DVD musicais, revela o presidente desta gravadora, Marcelo Castello Branco. "A venda do DVD musical é um fenômeno no Brasil sem paralelos em outros mercados. O brasileiro é fascinado pela sua música e valoriza o formato áudio visual musical", destaca. Castello Branco observa que o mercado está se adaptando a um novo consumidor, que busca produtos físicos com valor agregado como vídeos, imagens e outros benefícios e tem um padrão de consumo mais seletivo e exigente. "Acreditamos na absoluta e pacífica convivência de formatos e o acompanhamento da vontade suprema do consumidor. Quando a qualidade é ameaçada pela repetição de fórmulas, o consumidor se desencanta e reage; mas quando encontra qualidade consome e consagra o formato".

A Biscoito Fino aposta na conquista de um público que faz questão em ter no CD uma boa apresentação, com encarte e ficha técnica, para saber quem são os músicos. "Com certeza esse tipo de formato tem vida mais longa para o consumidor mais tradicional, não importa a idade. Anos atrás disseram que o livro iria acabar e não acabou", fala a diretora artística Olivia Hime. A gravadora, diz Olivia, também tem a vantagem de contar com estúdio próprio. "Deixamos que o artista tenha tranqüilidade para mixar e remasterizar o CD, que só sai do estúdio quando está bom." A gravadora tem em seu catálogo Chico Buarque, Maria Bethânia, Rita Lee, etc.

"Depois de um primeiro semestre muito difícil, as expectativas voltam-se para os principais lançamentos, quando as vendas do comércio varejista costumam apresentar aquecimento", arremata Paulo Rosa, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD).
Gazeta Mercantil
adNEWS
08/08/2007
11:43:51
Podfestival lança ferramenta para artistas independentes
O portal Podfestival lança duas novas ferramentas que visam estreitar a interatividade entre o artista independente brasileiro e seu público. A primeira novidade é o Podclub, uma espécie de fã clube virtual no qual os internautas (apelidados de Podespectadores) poderão se cadastrar para participar mais ativamente do portal. A outra novidade é o Podtour, uma espécie de mapeamento da "audiência" de cada artista em cidades com mais de 25 mil habitantes.

Para lançar estas duas ferramentas, a equipe do Podfestival fez um georeferenciamento de sua audiência. O Podespectador que se inscreve no site fornece, obrigatoriamente, o Estado e cidade de sua residência. A partir daí, quando visita a página de um artista específico, ele poderá se associar ao Podclub deste artista. Com estas duas ferramentas, "o artista vai poder ter uma visão qualitativa e quantitativa de como anda a sua repercussão nessas cidades e o Podespectador poderá receber notícias específicas de seu artista favorito", explica Alexandre Cerqueira, idealizador do portal.
adNews
adNews
25/07/2007
14:14:29
Emissoras de rádio e TV veicularão campanhas gratuitas
A Câmara analisa o Projeto de Lei 516/07, do deputado Henrique Fontana (PT-RS), que obriga as emissoras de rádio e televisão a veicular, gratuitamente, campanhas institucionais de educação e preservação ambiental. A proposta determina que a campanha seja veiculada em inserções de um minuto a cada duas horas de programação, distribuídas de forma equânime durante o horário integral da programação das emissoras. O projeto também determina que o conteúdo das peças publicitárias sejam produzidos pelo Poder Executivo, sob orientação do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). O não-cumprimento da medida, segundo o texto, acarretará a suspensão das transmissões da empresa infratora na proporção de duas horas para cada inserção não veiculada, no mesmo horário em que se der o descumprimento.

Educação ambiental

O deputado lembra que o Brasil é único país da América Latina que possui uma política nacional específica para a educação ambiental e que, portanto, é preciso incluir as rádios e TVs no esforço de educar a sociedade para a preservação do meio ambiente.

- O tema precisa ser abordado pelos meios de comunicação, a fim de elevarmos a consciência coletiva, sensibilizando um número maior de brasileiros na busca de um caminho para o desenvolvimento sustentável - diz.

Henrique Fontana argumenta ainda que a utilização das emissoras de rádio e televisão para enfrentar a questão da degradação ambiental atende a princípios legais.

- A própria Constituição determina que a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas. Esses serviços são instrumentos indispensáveis ao resgate dos valores socioambientais aos quais estamos todos engajados - acredita o autor.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
AD News
JB Online
17/07/2007
12:44:12
Microsoft patenteia processo para "despiratear" música
A Microsoft entrou com o pedido de uma patente que se propõe a "despiratear" músicas ilegais em formato digital. O sistema detectaria a condição de "pirata" do arquivo e, depois de três audições, bloquearia acesso a ele. Ao usuário seria oferecida a opção de pagar pela obra, neutralizando o bloqueio e legalizando o arquivo.

Segundo o blog da revista Wired, a técnica usa hardware e
software para evitar e mesmo reverter a condição ilegal dos arquivos de música. A Apple também tem anunciado idéias semelhantes. O sistema, baseado em hardware, seria implementado nos novos telefones celulares e tocadores de mídia como o iPod.

A tecnologia em questão, proposta pela Microsoft, permite que as pessoas troquem música entre si livremente, sem nenhuma restrição. O compartilhamento de músicas é um comportamento social já arraigado na cultura ocidental, desde a época dos discos de vinil. Ao compartilhar sua coleção musical - ou, como é chamada hoje, playlist - as pessoas acabam por estreitar laços e revelar um pouco de si à outra pessoa. Com a nova técnica da Microsoft, as pessoas podem mostrar seus gostos musicais aos amigos sem que se crie um ambiente propício à pirataria generalizada. Quanto à taxa paga à Microsoft pelo usuário pirata após a faixa ter sido bloqueada, parte dela iria para o artista. Como descrito no próprio resumo do registro da patente, com essa tecnologia "mesmo a distribuição ilegal de música pirata pode ser benéfica para o detentor do direito autoral".
AdNews
Magnet
06/07/2007
11:05:40
Venda de música digital cresce 85% e soma US$ 2 bi
As vendas de música digital dobraram no último ano, mas o volume total movimentado pela indústria fonográfica continua a cair, segundo novos estudos. A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) divulgou esta semana dados que revelam que os downloads de músicas via web e celulares cresceram 85%, movimentando 2,1 bilhões de dólares em 2006.

A música digital representou 11% das vendas mundiais, contra apenas 2% em 2004. A Apple responde por cerca de 70% do mercado de download de músicas. Mas o mercado como um todo sofreu queda de 5% em relação a 2005, movimentando 19,6 bilhões de dólares no ano passado, em comparação com 20,7 bilhões de dólares no ano anterior.

Segundo o diretor da IFPI, John Kennedy, o crescimento na música digital foi ofuscado pela queda nas vendas de CD, puxando o resultado total para baixo. Kennedy aposta que a música digital pode crescer até 50% neste ano, mesmo com as perspectives de mais redução no total movimentando pela indústria fonográfica.

Dados da consultoria Nielsen SoundScan, divulgados por agências internacionais nesta quinta-feira (05/07), mostram que as vendas de CDs movimentaram 229,8 milhões de dólares no mercado norte-americano no primeiro semestre deste ano, o que representa uma queda de 15% sobre o mesmo período do ano passado. Já as músicas digitais movimentaram 417,3 milhões de dólares no período, crescendo 49%.
AdNews
IDG Now!
05/07/2007
11:17:15
Cultura popular nas ondas do Rádio

Com apoio do Grupo Votorantim, a ONG Criar Brasil está com inscrições abertas até o próximo dia 6 de julho para o I Concurso Cultura Popular nas Ondas do Rádio, que tem como objetivo resgatar manifestações culturais musicais que não conseguem espaço de divulgação no circuito comercial de rádios.

Para participar do concurso, os interessados devem procurar a rádio mais próxima entre as cadastradas no www.criarbrasil.org.br/arede.htm. A relação conta com mais de 1000 emissoras em todo o país e o espaço está aberto para inscrições de cantigas, canções folclóricas, músicas de dança de roda, cantorias, autos, modinhas, cirandas e outros gêneros que tenham algum vínculo com a cultura local. 

Um grupo de jurados vai selecionar as 10 manifestações mais representativas de cada região do país e cada rádio escolhida irá receber R$ 500,00. O autor da música irá participar de um programa jornalístico que será produzido e distribuído nacionalmente para toda a rede de rádios da Criar Brasil.

Mais informações podem ser obtidas no www.criarbrasil.org.br/concurso.html ou pelo telefone (21) 2508-5204.

Moacir Drska
Rádio Agencia
28/06/2007
14:11:55
Trama cria download remunerado

Receita de publicidade será usada para pagar artistas cujas músicas forem mais procuradas

A Trama não vê possibilidade de manter seu negócio a partir da venda de CDs, principal fonte de receita de qualquer gravadora no mercado. Com o desenvolvimento da distribuição de música em formato mp3 através da internet — responsável pelo declínio de muitas companhias da indústria fonográfica —, a empresa dos sócios João Marcello Bôscoli e André Szajman vem experimentando modelos sustentáveis para trabalhar a venda de músicas na rede. O mais recente passo nessa direção é o lançamento do download remunerado dos arquivos musicais que são baixados no site Trama Virtual, em operação desde 2004.

O mecanismo entra em atividade de fato no dia 1º de julho e funciona a partir de receita advinda da publicidade de marcas que se interessem em anunciar no site. A partir de agora a Trama passará a vender cotas de patrocínio da sua página na internet (entre R$ 20 mil e R$ 25 mil) e em troca dará visibilidade ao anunciante em diferentes espaços que fazem parte do endereço eletrônico. A gravadora divulgará o total do valor faturado, que dividirá entre as bandas que tiverem o maior número de downloads no mês.

Ruy Barata Neto
meio & mensagem
04/06/2007
14:40:13
Coleção resgata vozes notáveis dos anos 50 e 60

Com razão, Caetano Veloso sempre afirmou que João Gilberto não surgiu com a bossa nova, em 1959, como um contraponto aos principais cantores das décadas anteriores, e sim dentro de uma "linha evolutiva" da música brasileira.
Mas há uma série de intérpretes que fizeram sucesso nos anos 50 e 60 que foram ficando à margem dessa linha, como se, por não terem a maciez potente de Orlando Silva ou o balanço revolucionário de João, merecessem um segundo plano. A coleção "Grandes Vozes" tenta reduzir essa injustiça.
Como a idéia foi lançar as coletâneas a preços baixos, não há encartes minuciosos nos 15 CDs, mas o pesquisador Rodrigo Faour consegue resumir nas contracapas o estilo e a importância dos intérpretes.
Um dos que mais merecem atenção é o paulista Agostinho dos Santos, excelente cantor de sambas e sambas-canções que morreu tragicamente em 1973, num acidente aéreo. Esquecido hoje, ele brilhou cantando "A Felicidade" e "Manhã de Carnaval" no filme "Orfeu Negro". Elas estão no CD ao lado de "Canção da Volta", "Pra que Chorar", "Não Tem Solução" e outros clássicos.
A coleção ainda traz outros cinco ótimos cantores. Dick Farney podia até ser deslumbrado na sua americanofilia, mas sua voz doce e grave foi o melhor canal para sambas-canções como "Copacabana".
Outro craque dos sambas-canções, Tito Madi se diferenciava por gravar suas próprias composições: "Cansei de Ilusões", "Chove Lá Fora", "Não Diga Não" etc. Já Miltinho é, principalmente, o homem do samba sincopado, das divisões espertas, como em "Ri".
Com voz para cantar qualquer coisa, Jorge Goulart acabou notabilizado por marchinhas, como "Cabeleira do Zezé", e pelos sambas-enredo dos anos 70. Mas o CD também lembra seu lado suave, em "Laura". E Cauby Peixoto, o romântico sem medo de excessos, aparece em registros dos anos 70 e 80, como "Bastidores", "Flor de Lis" e "Conceição".
Das cantoras, a maior de todas é Elizeth Cardoso. Sua coletânea cobre 30 anos de carreira, reunindo "Canção de Amor", "Nossos Momentos", "Velho Piano" e outras belas músicas. A dor sincera de Maysa, a fossa grave de Nora Ney, o balanço intimista de Alaíde Costa e a força sem limite de Ângela Maria são outros destaques da série, que ilumina porção ampla e rica da música brasileira
.

LUIZ FERNANDO VIANNA
Folha-Ilustrada
28/05/2007
14:50:47
Novo formato tenta combate à pirataria
O disco de Vanessa da Mata marca a abertura de uma nova frente de batalha das grandes gravadores contra o que consideram seus maiores inimigos: a chamada pirataria virtual (músicas baixadas na net) e a pirataria física (CDs vendidos nas ruas).
Simultaneamente ao "CD cheio", com as 13 faixas, a Sony/BMG lança o "CD zero": são cinco das faixas por R$ 9,99.
"Queremos dar a um público que não tenha condições de comprar o CD cheio a oportunidade de ficar com um produto de qualidade. E podemos pegar pessoas que não conhecem aquele artista e comprem para experimentar", explica Alexandre Schiavo, gerente-geral da gravadora. Ele diz que ainda estão sendo negociados atrativos com os lojistas. Segundo ele, será feita uma campanha para mostrar que um CD envolve cerca de 200 pessoas na produção, gera empregos e não é como a pirataria.
A primeira reação dos lojistas foi boa -foram prensados mais CDs zero (20 mil) do que CDs completos (15 mil) de Vanessa. Todos os artistas da gravadora terão seus novos produtos no formato que lembra os antigos compactos.
Equipe O toque
O Toque
04/04/2007
10:49:38
Movimento contra proteção anticópias em filmes e músicas é mundial

O movimento contra o DRM é mundial e, a cada dia, aumenta a quantidade de mensagens em fóruns e blogs sobre iniciativas para convencer as pessoas a boicotar gravadoras e lojas online.

A restrição de opções impostas pelo DRM atingiu um ponto bastante sério no exterior, principalmente Europa e Estados Unidos, onde é comum ver o assunto tratado como questão política, com projetos enviados a Parlamentos e Congressos para coibir o uso de DRM.

Defensores de liberdades civis e associações de defesa do consumidor, como é o caso da EFF (Electronic Frontier Foundation) alegam que o uso do DRM não apenas passa por cima das liberdades individuais do consumidor, como também prejudica um personagem ainda mais interessado na questão: o artista que criou a música, o autor intelectual das canções. "As empresas de entretenimento estão bloqueando o áudio e o vídeo que você possui e levando seus direitos embora", diz manifesto da associação. E para a EFF, nem a Apple se salva —em seu
guia online sobre DRM, ataca a empresa de Steve Jobs dizendo que mudanças unilaterais na política de proteção anticópias restringem os direitos do consumidor de fazer uso pessoal da música que comprou.

Para a EFF e outras associações, o DRM acaba com todas as instâncias e possibilidades jurídicas do "fair use" (algo como "uso honesto"), um conceito extremamente importante nos Estados Unidos, por exemplo. Debates sobre fair use enchem as cortes judiciais americanas há décadas e acentuaram-se desde o ápice do caso Sony vs. Betamax nos anos 80.

Logo, é fácil imaginar que música não é a única "vítima". O recurso de proteção contra cópias de filmes em DVD, por exemplo, também usa DRM. E o caso mais notório é a tecnologia CSS (Content Scrambling System) usada nos DVDs, que antigamente significava que apenas usuários do Windows podiam assistir aos filmes no computador. Até que um garoto (o famoso 'dvdjon') de 14 anos quebrou o código, criou o DeCSS para quebrar o sistema DRM nos DVDs e, com isso, permitiu que usuários domésticos pudessem fazer cópias, mas, também, assistir aos filmes em ambiente Linux.

MP3 fica de fora
Quem já comprou música online nas principais lojas do ramo deve ter notado uma curiosidade: os arquivos nunca são MP3. Os sites vendem as faixas em formatos diferentes e proprietários, geralmente em Windows Media Audio (WMA) da Microsoft ou o padrão AAC, da Apple, na loja iTunes.

Se MP3 é o padrão universal e mais popular de música digital, por que muitas lojas não adotam? Por um motivo simples. Os arquivos MP3 não podem ter DRM, simplesmente porque o formato ainda utiliza tecnologias de codificação de dez anos atrás e não permite sistemas anticópia embutidos. Por isso que o MP3 é tido como o "formato universal", pois o arquivo é o conteúdo propriamente dito. E você pode ouvir MP3 em qualquer sistema operacional e qualquer plataforma.

  

Paulo Rebêlo
Equipe O Toque
08/03/2007
21:13:12
"Sgt. Peppers" é eleito disco essencial dos últimos 50 anos. Concorda?
A Associação Nacional de Produtores de Discos dos EUA elaborou uma lista com os 200 álbuns essenciais dos últimos 50 anos. Em primeiro lugar ficou "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band", dos Beatles, disco de 1967. A banda de Liverpool emplacou ainda outros quatro trabalhos.

"A lista não é apenas sobre vendas, é sobre a paixão que os compradores de música mostraram por esses títulos e o potencial dos álbuns em manterem sua popularidade atualmente com os novos públicos", explicou Jim Donio, presidente da associação. A lista destaca artistas consagrados como Pink Floyd, Michael Jackson, Led Zeppelin, U2, Rolling Stones e Nirvana.

"Sgt. Peppers" é eleito o disco mais essencial dos últimos 50 anos. Você concorda?
Equipe O Toque
O Toque
02/03/2007
16:50:25
EMI rejeita oferta de compra por Warner Music de US$4,1 bi

LONDRES (Reuters) - A gravadora britânica EMI rejeitou uma oferta de compra no valor de 2,1 bilhões de libras (4,1 bilhões de dólares) em dinheiro feita pela Warner Music Group, afirmando que o preço é inadequado e não atende os interesses de seus acionistas.

A terceira maior gravadora do mundo e casa de Robbie Williams e da banda Coldplay, informou que reuniu seu conselho nesta sexta-feira depois de receber proposta preliminar da Warner, que indicou que a empresa estava preparada para fazer uma oferta no valor de 260 pence por ação.

"O conselho concluiu que não é do melhor interesse dos acionistas da EMI acolher uma oferta que pode envolver incertezas com análises prolongadas de autoridades regulatórias e risco operacional inaceitável, em um momento crítico para a companhia", informou a EMI em comunicado.

"O conselho também considera o preço de 260 pence por ação como inadequado tendo em vista o valor isolado da EMI, as sinergias de uma combinação com a WMG e os riscos identificados acima."

A Warner, a quarta maior gravadora do mundo e que possui artistas como Madonna e Red Hot Chili Peppers, aproximou-se da EMI sobre uma possível oferta no final de janeiro, apesar de incertezas em torno de uma aprovação do negócio por autoridades européias.

A Warner Music não comentou o assunto.

EMI e Warner Music travam uma batalha de aquisição há sete anos e em 2006 a Warner chegou a oferecer 320 pence por ação da EMI.

Equipe O Toque
LONDRES (Reuters)
26/02/2007
20:51:10
A invenção do blues. Será?

Historiadora defende que o gênero musical foi em parte criado por folcloristas brancos, em busca de "autenticidade"

Antes de ler este livro, eu pensava saber de onde vinha o blues: do delta do Mississippi, onde os agricultores negros americanos, oprimidos pela pobreza e o racismo, transformavam seu sofrimento em música.
Essa é a versão difundida por inúmeras histórias do blues, que pintam uma paisagem do delta com campos de algodão e cabanas de madeira por onde vaga o bluesman arquetípico, armado de violão, garrafa e canivete, tocando sua música melancólica e atemporal.
Ele é um solitário, um marginal, um proscrito - e, é claro, um homem, pois como insistiu o folclorista Alan Lomax em sua memória de 1993, "The Land Where the Blues Began" [A Terra Onde o Blues Começou], essa "não era uma vida para mulheres".
Lomax foi um dos vários musicólogos e colecionadores brancos de discos que divulgaram o blues entre o público branco. Sem seus esforços, o blues, progenitor do rock, não teria encontrado um grande número de apreciadores.
O mundo teria um som muito diferente.
Mas esses arquivistas do blues não eram os observadores inocentes que declaravam ser. Em "In Search of the Blues - Black Voices, White Visions" [Em Busca do Blues - Vozes Negras, Visões Brancas, ed. Jonathan Cape, 256 pp., 12,99 libras, R$ 52,80], a historiadora Marybeth Hamilton afirma que eles não apenas "descobriram" o blues do delta como o inventaram, movidos por um desejo de autenticidade e naturalidade e consumidos por idéias exóticas do canto negro e de uma humanidade excluída.
Como românticos que anseiam pelo sublime, eles percorreram o sul profundo em excursões a penitenciárias e plantações, em busca de vozes pré-modernas, "impolutas".
O fascínio pelo canto negro remontava ao movimento abolicionista de meados do século 19, mas adquiriu um novo ímpeto na década de 1930, quando a migração para as cidades e o crescente mercado de gravações musicais ameaçavam erradicar os hábitos de transmissão oral do folclore.

Tristeza melancólica
Enquanto os negros que compravam discos preteriam o blues pelo jazz (o som da modernidade negra), os brancos entusiastas do blues lamentavam a perda da "verdadeira" música negra e saíam em busca da "voz afro-americana como era antes que as gravadoras a encampassem".
O que era necessário na música negra, segundo o musicólogo John Lomax, pai de Alan, era a "pureza primitiva" e a "tristeza melancólica" -não a síncope urbana e estridente do jazz.
O importante livro de Hamilton traça um perfil dos folcloristas e colecionadores que moldaram o conceito do blues do Delta. John e Alan Lomax são centrais em sua história, pois representam duas linhas diversas de pensamento.
John se interessava pela autenticidade da música folclórica negra, e não por sua mensagem ou entorno social.
Sua indiferença pela vida dos indivíduos negros cujas canções ele induzia fica patente em seu relacionamento com Huddie Ledbetter, conhecido como Lead Belly, um bluesman que conheceu numa visita a uma prisão em 1933.
Tendo conseguido sua libertação, Lomax tratou Lead Belly como uma curiosidade circense, exibindo-o em roupa listrada de prisioneiro em shows em Nova York e exigindo direitos autorais sobre sua música.
Alan nunca criticou publicamente seu pai, embora ele próprio gravitasse para a esquerda. Ele idealizou o blues como "uma rica evocação dos subterrâneos da América", uma música "de protesto e orgulho".
Hamilton chega a lançar dúvidas sobre a identificação do Delta do Mississippi como berço do blues. "No centro desta história está a idéia venerável da pura e incorrupta voz negra", escreve.
O fato de o Delta ter sido escolhido como sua origem se deve-se mais à imaginação que ao fato histórico: os revivificadores do blues dos anos 60, ela sugere, rebatizaram o "country-blues" de "Delta blues" durante uma discussão interna.
Sua argumentação toma alguns atalhos arriscados, mas o livro é plausível e instigante.

Tradução de Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Financial times
09/01/2007
18:01:20
Na opinião da TramaVirtual: as cinco melhores músicas independentes de 2006
Encerrando a série de três programas com os melhores lançamentos nacionais independentes de 2006, eleitos pela equipe da TramaVirtual e por um time de especialistas no assunto, esta semana o programa apresenta músicas dos cinco melhores álbuns do ano.

A quinta colocação ficou com "Homem-Espuma", dos pernambucanos Mombojó, cuja faixa "Realismo Convincente" traz a participação especial de Tom Zé. Em seguida, ficou o trio paulistano Debate que, com seu EP de estréia, apresentou ao público um poderoso hardcore matemático em faixas como "Cadafalso".
"Anotherspot", dos veteranos indies da PELVs, ocupa o terceiro posto do ranking. A bonita "The Ballad of Tom Cody and Ellen Aim" mostra alguns dos trunfos dos cariocas para atingir essa posição.

Em segundo lugar, ficou o mestre Tom Zé, com o inclassificável _e impronunciável_ "Danç-Êh-Sá", aqui representado pela música "Atchim".

Por fim, o título de melhor lançamento independente de 2006 vai para os gaúchos da Superguidis, com o álbum que leva o nome da banda. "Malevolosidade", uma das melhores músicas do CD, fecha o programa em grande estilo. E que venham os grandes álbuns de 2007.
TramaVirtual
TramaVirtual
19/12/2006
23:35:14
TramaVirtual elege os 15 melhores discos independentes de 2006

Saiba quais são os melhores discos independentes nacionais de 2006, eleitos pela TramaVirtual e profissionais do meio

Já que fim de ano sem listinha de melhores do ano não é fim de ano, decidimos então fazer a nossa. Para tanto, pedimos a pessoas ligadas ao meio que enviassem uma relação com seus dez lançamentos independentes (independente = não lançado por uma das quatro grandes gravadoras multinacionais) nacionais favoritos de 2007. À partir daí, foi conferido o valor de 10 pontos para o melhor colocado em cada lista individual e, para cada posição abaixo um ponto a menos (nove pontos para o segundo, oito para o terceiro e assim por diante). A lista que você vê abaixo, comentada pela TramaVirtual, é resultado da soma de todos os votos.

Para se ter uma idéia do volume e da qualidade da produção independente atual no Brasil, mais de 60 lançamentos diferentes receberam votos dos jurados. No fim, chama atenção a variedade de estilos que compõem esta seleção final, do funk carioca ao metal, do samba o hip hop, do indie rock à MPB. Não gostou do resultado? Poste sua lista na área de comentários lá embaixo.

15º – Idioma Morto - Ludovic (Travolta Discos)
12º – Max de Castro – Max de Castro (Trama)
12º - La Re-Vuelta - Los Pirata (Independente)
12º – Ópera Obliqua - Mzuri Sana (Trama)
11º – Noisecoregroovecocoenvenenado – Zefirina Bomba (TramaVirtual)


9º - Solta o Frango EP – Bonde do Rolê (Open Field)
Celebração! O Bonde do Rolê saiu de Curitiba para estremecer as baladas do mundo. Mixando as batidas do funk carioca com riffs clássicos de rock, o trio garantiu a diversão em 2006 ao unir letras irreverentemente mal-intencionadas com performances magníficas, instigando até o mais tímido garoto a pular na pista. O hit “Solta o Frango”, que abre o EP, já anuncia o espírito do disco: não há tempo para respirar ou para um copinho d’água, o Bonde vem com tudo em seis músicas explosivas. Danças expansivas, refrões gritados e rachaduras nas paredes, se a idéia é colocar a casa abaixo, esse EP cumpre o seu dever. (Pedro Bruno)


9º - Elma EP – Elma (Amplitude)
São apenas nove minutos, divididos em quatros faixas, todas instrumentais. Mas para que mais? Isso foi tudo que o Elma precisou para mostrar com brilhantismo que metal ainda pode ser inovador. Cinco integrantes com os braços afetados por ícones como Black Sabbath, Neurosis e Pelican se juntaram para fazer do Elma também uma referência. Como se não bastasse a qualidade das composições, o EP auto-intitulado, que acabou de ser lançado pelo selo Amplitude, teve a masterização de John Golden, responsável também por discos de bandas como Melvins e Sonic Youth. Metal pesado, cru, lento, sujo e, principalmente, inteligente. (Leandro Carbonato)


8º - Cão – Romulo Fróes (YB)
Em seu primeiro CD, Calado (2004), Romulo Fróes encontrou na melancolia a ponte entre o samba e suas raízes mais indies. Aqui, o músico segue reverente a mestres como Nelson Cavaquinho, Caymmi e Ataulfo Alves enquanto assumidamente incorpora tintas da MPB do início dos anos 70. A presença do gênio Lanny Gordin vem como carta de intenções, enquanto a perversão de “Mulher Sem Alma” (Nelson Cavaquinho) aponta gloriosamente novos caminhos à tradição. Disco de fim de tarde, de fim de bebedeira, de início de manhã, Cão enfileira algumas das mais tristes e bonitas canções lançadas em 2006. (Dagoberto Donato)


7º - Velha Guarda 22 – Mamelo Sound System (YB)
O manancial de idéias de Rodrigo Brandão, Lurdez da Luz e companhia precisou trombar com o filtro sistemático do produtor gringo Scott Hard (De La Soul, Wu-Tang Clan, etc) para encontrar foco, que veio tão preciso que nem a incrível constelação de convidados (membros do Hurtmold e Nação Zumbi, Céu, Tony Allen, entre outros) conseguiu embaçar. O flow ainda rola old school, como sempre foi a pira do grupo, mas agora surge macio na medida, nem malaco, nem mano. Acompanhando, alguns dos beats mais certeiros de que se tem notícia por aqui e bases que provam que, pra ter cara de Brasil, hip hop não precisa necessariamente passear pelo sambinha. Alucinante. (Dagoberto Donato)


6º - Seres Verdes ao Redor – Supercordas (Trombador)
Seres Verdes ao Redor é pra ser ouvido descalço, com os pés no chão. Leve, sentimental e divertido, soa como um grande entrelaçado de histórias reais e imaginárias. Da primeira música até a última música, o CD te leva pelo mesmo caminho de encantamento de um filme como Big Fish, de Tim Burton. A trilha sonora perfeita! Folk nacional da melhor qualidade, que tem baixo, guitarra, bateria, viola caipira e mais um monte de parafernália, utilizada com maestria a favor da boa música. Totalmente produzido por eles e gravado no estúdio da Trama (a banda foi vencedora do Concurso TramaVirtual No Capricho), o CD é de uma delicadeza sem igual. (Fernanda Cardoso)


5º - Homem-Espuma - Mombojó (Trama)
O segundo CD do Mombojó é do tipo ame ou odeie, um álbum feito pra ser ouvido várias vezes e redescoberto a cada audição. Com arranjos e composições bastante complexos, ele revela a maturidade musical atingida pela banda. Em cada faixa, é revelado um pedaço deste novo Mombojó: moderno, inventivo, dançante, que te deixa com saudades de um tempo que parece nunca ter existido. As participações completam esta grande unidade, conferindo ao CD uma cara de plano seqüência. O maior presente fica por conta do mestre Tom Zé, na faixa “Realismo Convincente”, em que ele recria seu clássico “Tô” e incendeia ouvidos em um duelo com o vocalista Felipe. (Fernanda Cardoso)


4º - Debate EP – Debate (Amplitude)
Sentimentos como raiva, irritação, stress, felicidade e calma afloram em qualquer discussão acalorada ou conversa apaixonada. Todas essas sensações são facilmente percebidas durante uma audição do primeiro EP da banda paulista, que carrega o sugestivo nome de Debate. O trio é formado por dois ex-integrantes do extinto Diagonal e se embebeda na fonte que Ian MacKeye destilava com o Fugazi. Com um dos melhores shows da atualidade, a banda toca torto, toca pesado, com vocais escassos, mas berrados com a demência de alguém no auge de sua loucura. (Leandro Carbonato)


3º - Anotherspot – PELVs (midsummer madness)
É fácil sentir a brisa mexendo os seus cabelos ao se ouvir o novo disco da PELVs. As nove faixas de Anotherspot são recheadas de belas melodias repletas de acordes e notas constantes, quase minimalistas, que completam-se com vocais suaves que sussurram as letras. O experimentalismo sempre acompanhou a banda durante os seus quinze anos, mas nesse quarto disco eles investem em harmonias que esbarram no pop. As músicas grudam na cabeça e não é difícil cantarolar pela rua trechos de “Baby Of Macon” ou “Lia”. Nostálgico, bonito e íntegro, Anotherspot consolida a busca de uma sonoridade própria e a maturidade da Pelvs. (Pedro Bruno)


2º - Danç-Êh-Sá – Tom Zé (Irará)
É impressionante como um artista aos 70 anos de idade e com mais de 20 discos em sua carreira ainda consegue se reinventar e lançar uma obra-prima, vanguardista sob todos os aspectos. Depois do vastamente elogiado Estudando o Pagode (2005), Tom Zé mais uma vez nos presenteia com um disco brilhante. Dessa vez, no entanto, o músico abandona os convencionais versos e estrofes para trabalhar apenas com onomatopéias. O resultado se desdobra em sete canções magistrais, de arranjos complicados, porém acessíveis, que se apóiam em instrumentos de percussão, baterias, harpas, sanfonas, cornetas, cavacos, violões e muitas vozes. Gênio. (Flávio Seixlack)


1º - Superguidis - Superguidis (Senhor F)
A sensação que se tem ao ouvir o último álbum do quarteto gaúcho Superguidis é a de que se trata de uma compilação dos grandes sucessos de uma banda com alguns anos de estrada. Afinal, cada música poderia ser single. Cada canção é, de fato, um hit. Resgatando influências do melhor do indie rock da década de 90, como Guided By Voices e Pavement, o Superguidis prova, a cada faixa, que a simplicidade pode e deve trabalhar a favor da música. Composições como “O Banana” e “Malevolosidade” foram hinos na redação em 2006. Não se espante, então, se a qualquer momento elas se tornarem sua trilha sonora diária. Com guitarras distorcidas, riffs finos, belas harmonias e letras grudentas sobre o cotidiano, esse é um disco altamente viciante. Para corações partidos, sim, mas para aqueles repletos de inteligência emocional e sensibilidade musical. (Flávio Seixlack)

Quem votou
Alexandre Matias (Trama Universitário / Trabalho Sujo), Carlos Eduardo Miranda (produtor), Dagoberto Donato (TramaVirtual), Equipe Coquetel Molotov, Fábio Bianchini (Diário Catarinense), Fernanda Cardoso (TramaVirtual), Flávio Seixlack (TramaVirtual), Guilherme Barrella (Brasa / Peligro), Gustavo “Mini” Bittencourt (Conector / Ligado, Plugado, Amplificado), Leandro Carbonato (TramaVirtual), Lúcio Ribeiro (IG), Pedro Bruno (TramaVirtual), Rodrigo Lariú (misummer madness), Ronaldo Evangelista (Folha de São Paulo), Thiago Ney (Folha de São Paulo)

TramaVirtual
Uol
 
   
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